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Projeto aprovado pela Finep beneficiará alunos com deficiência visual

Publicado: Sexta, 05 de Fevereiro de 2021, 10h50

Versão do primeiro propósito já desenvolvido do aparelho multifuncional que facilita a leitura para cegos, surdocegos e pessoas com baixa visão.
O Instituto Nacional de Tecnologia (INT), em parceria com o Instituto Benjamin Constant e a empresa Tecassistiva, tiveram aprovado um projeto na chamada Finep Tecnologia Assistiva, que possibilitará a atualização tecnológica do protótipo de um equipamento bastante útil à inclusão de alunos cegos, surdocegos e de baixa visão. O desenvolvimento, que já conta com um primeiro protótipo funcional em uso, é de um dispositivo multifuncional portátil, composto por um computador pessoal e uma câmera, que captura as imagens de textos possibilitando sua leitura por meio do reconhecimento de caracteres (OCR).

O equipamento pode ser configurado com uma linha braile de 40 celas (conjuntos de seis pontos que formam cada letra do alfabeto braile), com teclado padrão Perkins para cegos ou teclado ampliado, para pessoas com baixa visão. O equipamento conta ainda com recursos de áudio e para a conexão com monitores, pendrives, redes e internet.

A captação de recursos para o projeto contou com o apoio da Coordenação de Negócios do Instituto, por meio dos seus coordenadores Iêda Caminha (atual diretora) e Augusto Raupp, que, após articulação com o MCTI, tiveram a indicação da alternativa de concorrer a este edital da Finep. A opção foi bem sucedida. Com a proposta aprovada, o projeto terá duração de 2 anos, com valor total de  R$ 2,2 milhões, sendo coordenado pelos tecnologistas Júlio Silva e Saul Mizrahi, da Divisão de Design Industrial do INT, e contando com o apoio da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da Computação Científica (FACC).

A validação do uso da tecnologia desenvolvida será feita no Instituto Benjamin Constant em pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Tecnologia, visando a sua utilização na educação brasileira por alunos com deficiência visual, em sala de aula, no momento da aprendizagem. O resultado esperado é promover a inclusão da pessoa com deficiência visual e reduzir a necessidade da produção da maioria dos materiais didáticos hoje adaptados (em Sistema Braille ou fontes ampliadas).

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